
Até ao próximo mês de Outubro, o Supercomputador MILIPEIA vai ser uma peça chave no estudo de propriedades de nanomateriais e moléculas com interesse tecnológico e farmacológico; dobragem de proteínas relacionada com a doença de Alzheimer e dos pezinhos e estabilidade do prião, ligado à doença de Creutzfeldt-Jakob e na simulação de evolução de galáxias, da estrutura de estrelas compactas e dinâmica de buracos negros, entre outras áreas da ciência.
















































